Ibama reforça brigadas no Amapá para seca e amplia contratações no Prevfogo
O Ibama detalhou novas diretrizes para a contratação temporária de brigadistas do Prevfogo e incluiu o Amapá entre os estados que terão reforço nas equipes para o período de seca, de maio a setembro. A medida prevê seleção descentralizada, com chamadas públicas nas comunidades onde as brigadas vão atuar, e prioriza áreas de maior vulnerabilidade ambiental e social, como terras indígenas, territórios quilombolas e assentamentos federais.
No Amapá, a medida busca ampliar a prevenção e o combate a incêndios florestais em regiões sensíveis, dentro de uma estratégia nacional voltada à proteção de biomas e comunidades tradicionais. A seleção inclui análise curricular, desempenho no curso de formação de brigadistas florestais e aprovação em teste de aptidão física.
Prioridade para áreas vulneráveis
Nos municípios onde já houver curso previsto, o processo seletivo começa nessa etapa. Nas localidades sem curso programado, poderão participar candidatos com formação equivalente, com carga mínima de 40 horas. Em casos de emergência ambiental ou calamidade pública, a contratação poderá ocorrer sem processo seletivo formal, conforme a Lei nº 8.745, de 1993, para dar mais rapidez à resposta.
Além do Amapá, as contratações vão alcançar o Distrito Federal e outros estados da Amazônia, do Cerrado e de outras regiões do país. No nível municipal, haverá vagas para brigadistas, chefes de esquadrão e chefes de brigada.
Cargos e remuneração
Na estrutura estadual, o Prevfogo também vai contratar agentes federais de informação, chefes de esquadrão de queima prescrita, brigadistas especializados e supervisores estaduais. Segundo o portal Metrópoles, em seleção anterior para supervisor estadual, o salário foi de R$ 5.676 para jornada de 40 horas semanais.
Em editais anteriores, os salários variaram de R$ 1.980 para brigadistas, R$ 2.640 para chefes de esquadrão e R$ 3.300 para chefes de brigada. Os contratos terão duração inicial de até um ano, com possibilidade de prorrogação por mais dois anos, conforme a necessidade operacional e orçamentária.
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