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Amapá alerta após casos suspeitos da ‘doença da urina preta’ serem notificados no Pará Destaque

A Superintendência de Vigilância em Saúde do Amapá (SVS/AP) emitiu alerta epidemiológico nesta sexta-feira (10) após dois casos suspeitos da Síndrome de Haff, também conhecida como “doença da urina preta” e rabdomiólise, serem notificados no Pará, estado vizinho ao Amapá.
Na região norte, Pará e Amazonas registram casos e até óbitos em decorrência da doença. Em Santarém (PA), um homem morreu com suspeita da síndrome; em Belém, capital paraense, a secretaria estadual de saúde investiga mais um caso suspeito.

Já o Amazonas encontra-se em situação de surto da doença. Até esta quarta (8), foram registrados 54 casos, sendo 36 em Itacoatiara, 4 em Silves, 4 em Borba, 3 em Manaus, 3 em Parintins, 1 em Caapiranga, 1 em Autazes, 1 em Maués e 1 em Manacapuru. Em Itacoatiara, cidade com maior índice de contaminados, um óbito de uma mulher foi registrado no dia 28 de agosto.

No Amapá não se tem registro de casos suspeitos, mas, por ter uma produção pesqueira com contribuição de muitos municípios paraenses e amazonenses, o estado emitiu alerta. “Esses casos do Amazonas se estenderam para outras regiões, tanto que tem alerta em Belém (PA). Então, desde ontem (9) estamos trabalhando com as prefeituras para tratar sobre o assunto, principalmente com as Vigilâncias em Saúde de Macapá, Santana e Laranjal do Jarí. Temos uma reunião hoje (10) e a partir disso vamos fiscalizar e orientar. O alerta é uma realidade, por isso estamos tratando como caso de emergência”, anunciou Dorinaldo Malafaia, superintendente estadual de Vigilância em Saúde.

Segundo Dorinaldo, o alerta vem para fiscalizar principalmente o fluxo do pescado que chega dos municípios paraenses. “Por exemplo, temos a Pirapitinga, Tambaqui e outros peixes que não são de nossa produção costeira. Não só peixes, mas crustáceos, como lagostas e camarão, também precisarão ser analisados”, frisou.

Ainda não se sabe com exatidão as causas da síndrome, mas pesquisas apontam que algumas toxinas estão presentes no peixe. “Quando o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada, ele cria uma toxina sem cheiro e sem sabor. Ao ingerir o produto, mesmo cozido, a toxina provoca a destruição das fibras musculares esqueléticas e libera elementos de dentro dessas fibras no sangue, ocasionando danos no sistema muscular e em órgãos como os rins”, diz nota da SVS.

Sintomas
A doença de Haff é uma síndrome que consiste de rabdomiólise sem explicação. Caracteriza-se por ocorrência súbita de extrema rigidez muscular, dor torácica, dispneia, dormência e perda de força em todo o corpo e urina cor de café, além de outros sintomas que o médico pode detectar. Por isso, ao sentir algum dos sintomas listados após o consumo de peixes ou crustáceos, deve-se procurar uma unidade de saúde imediatamente.

“É possível tratar logo. Procure uma unidade de saúde se sentir esses sintomas após consumo de peixes. Em caso emergencial, recomendamos que a pessoa se hidrate muito, justamente para diluir a toxina circulante no organismo e não prejudicar o rim”, finalizou o superintendente.

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